O Poder da Leitura


A leitura é uma porta que deve ser aberta para o universo do conhecimento. Quando adentramos, podemos encontrar trilhas diversas, que nos levarão a caminhos escolhidos por nós . Estes caminhos podem ser os ideais ou não. Compete-nos a escolha. Os obstáculos surgirão a todo instante, que a interpretação ajudará a superarmos. As palavras, a pontuação, a acentuação, a poesia, a visão de mundo… serão nossos principais instrumentos. Enriquecidos encontraremos a força humana dentro de cada um. A força cristalizada pelas vivências e pela fé. Encontraremos o destino.

A escola nem sempre a concebe desta maneira, muitos profissionais apresentam-na como obrigatória. Criam resistências, pois os estudantes não se aproximam da leitura de forma prazerosa. Infelizmente, isso ainda acontece.

Todas as instituições devem dar as mãos, cada uma fazendo a sua parte, apresentando a leitura imbuída da poesia. Não apenas como símbolos impressos relacionados aos sons. As estratégias para que, principalmente a criança, entre em contato com a mesma, imprescendivelmente, deve observar as teorias, dentre elas as que tratam da codificação e da decodificação. Isto não basta. É preciso que seja estimulada a análise crítica das produções textuais. Havendo compreensão, tudo passa a ser interessante, prazeroso e motivador.

De repente, agindo assim, possibilitaremos que as crianças passem a ler não tão somente textos, mas também a vida. Não devemos esquecer que as instituições preparam as crianças para a vida. Para tanto, vale lembrar que a autora Fany Abramovich aborda a leitura como o meio principal para a descoberta de lugares, tempos, jeitos de agir e de ser.

Defender que a criança já desde cedo deve desfrutar as belezas da vida com sabedoria, é acreditar que a leitura nos permitem viajar de forma lúdica e/ou formal para inúmeros cenários carregados de valores, crenças, imagens e textos. Um desses cenários devem ser a escola, que deve buscar a parceria da “família” para que de forma colaborativa uma possa complementar a formação dada por a outra.

A leitura também deve ser vista como uma atividade inerente a formação cultural do cidadão, apésar de ser terminantemente obrigatória para diversos profissionais, como os professores. Muitos desses também tem resistência a leitua. Outros  já a vêem como excelente instrumento de trabalho vinculada ao lazer.

Estes profissionais são os principais sujeitos, no âmbito da escola, para estimular as crianças a estimular o gosto pela leitura, abordando temas de forma atraente e enfatizando atitudes de cidadania. Respeitada esta prerrogativa, o poder da palavra será cristalizado na vida dos pequeninos e na formação continuada dos professores, validando sua linguagem e senso crítico já desenvolvido e que será por muitos anos ampliado.

 

Robélia Aragão da Costa

Professora/Coordenadora Pedagógica

 

 

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