Refletindo…Edgar Morin


Num cenário brasileiro em que vivemos, tão cheio de pessoas carregadas de desilusões e desumanizações, nos instiga a ter dois posicionamentos: desânimo ou revitalização. Logo, me lembrei de Edgar Morin, em seu artigo Uma mundialização plural: 

“É possível, portanto, manter a esperança na desesperança. Acrescentemos a isso o apelo à vontade em face da grandeza do desafio. Embora quase ninguém ainda tenha consciência, nunca houve uma causa tão grande, tão nobre, tão necessária quanto a humanidade para, ao mesmo tempo e inseparavelmente, sobreviver, viver e humanizar-se. “

Sistema Democrático: o desafio do processo eleitoral e a administração da gestão pública


No sistema  democrático brasileiro, considerando a escolha e posse dos nossos representantes,  há algumas  situações relevantes a serem colocadas em pauta:

  • O desfaio de aproximar-se do eleitor e conquistá-lo;
  • O respeito execução das regras durante o processo eleitoral, sem sucumbir ao poder de barganha;
  • O ingresso na função pública como agentes políticos de modo justo;
  • A problemática de administrar a máquina pública, impregnada de vícios que devem ser rompidos para que a gestão pública seja efetivada.

Logo, o amadurecimento daqueles que almejam a posição de administrador é primordial para que possa dizer “sim” ou “não”, quando necessário para o interesse coletivo. E a observância do último deve ser superior ao individualismo vaidoso e ambicioso.

Robélia Aragão

Política Partidária como meio de firmamento da democracia


No dia em que a política partidária for o meio e não o fim para o firmamento e perpetuação da democracia no Brasil, o nosso país evoluirá em todas as dimensões (sociais, políticas, econômicas, culturais…) , pois nenhuma delas serão meras e corriqueiras bandeiras de políticos interesseiros em usá-las apenas para se promoverem à época de eleições.

(Robélia Aragão)