Reflexão:


As dificuldades encontradas pelos professores atuais são tão consistentes que dificilmente serão superadas de modo rápido, não estamos conseguindo enxergar além das mesmas. Estamos nos deparando com instituições sociais descrentes no poder transformativo do ser humano. Aliar-se as famílias e escolas é um desafio constante. (Robélia Aragão)

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Texto em Homenagem ao Meu Singular PAI!


PALAVRAS DE…SAUDADE…PAI!

PAI QUERIDO

#‎PedroBarreto‬

#‎Paipresente‬

Nestes últimos dias muitas situações/momentos aconteceram, o mais marcante a ida do Meu Pai – Pedro Barreto – para outro plano. Incomum ficar sem ter o quê dizer, o quê escrever! Mas esta fora a vez! Sem palavras para manifestar o misto de sentimentos de “perda” e ao mesmo tempo de “tranquilidade”. Por quê?

Porque perder um PAI para outra esfera não é fácil, ainda mais quando sua mãe não mais está! Saber que ele não estará vivo para vê-lo, ouvir seus questionamentos/conselhos/estímulos…É duro! Mas por outro lado, sentir que o meu PAI não mais está aqui, que partiu com o sereno sorriso na face reacende a certeza de que sua MISSÃO fora cumprida! Meu PAI fora em PAZ!

O reflexo disto esteve presente em suas ações e atitudes de vida! Era para ser FILHO?! Foi um excelente, cuidando muito jovem do seu PAI, que também ficou acometido de doenças logo cedo e sempre sereno no trato com os mais idosos, inclusive sua mãe! Era para ser IRMÃO? Fora um tranquilo irmão, respeitando os irmãos, acolhendo os seus familiares, esposa, sobrinhos…com muita alegria e respeito. Era para ser ESPOSO? Fora um excelente MARIDO! Companheiro presente, fiel, solidário e sereno no trato com a sua esposa LUZIA; presente na saúde e na doença. Perto em corpo e alma até a sua partida! Era para ser PAI? Fora ímpar! Um PAI que não desistiu de seus filhos até quando os demais achavam que não teria solução! Sou a prova disto: prematura, numa época e espaço (zona rural) sem muitos recursos, não desistiu de procurar alternativas médicas para que hoje eu existisse! Um PAI que mesmo na sua humildade apostou nos seus filhos, educou-os!Na minha infância… Um pai que sempre desconsiderou críticas para colocar seus filhos na escola, um ser que sempre auxiliou na educação. Lembro que quando acordava , o café já estava colocando à mesa, mas antes me acordava puxando o dedão do pé! Sabia elogiar na hora certa, chamar a atenção na hora devida. Era, de fato, o equilíbrio em pessoa!Não fora diferente com nenhum dos meus IRMÃOS! PAI de todos, sabendo respeitar as peculiaridades e identidade de cada um!

Fora tão bom PAI, que até hoje, antes de fazer algo, penso: será que não vou decepcionar meu pai – Pedroca? Sempre o respeitei e tive receio de um dia magoá-lo com atitudes que ferisse a educação, os valores que a mim foram concedidos. Por isto, a CONSCIÊNCIA TRANQUILA, de que ele partiu porque chegara a sua hora, fora perspicaz e coerente no seu papel de SER HUMANO! Partiu tão rápido porque não merecia sofrer com doenças neste plano terrestre! Nunca o vi reclamar da vida, manifestar atitudes mesquinhas e ambiciosas…Mas sempre nos estimulou, faça a sua parte, muito bem feito, não importa o quê e aonde. Nunca o vi afrontar o outro, sereno, sempre dizia o tempo dará resposta.

E VIZINHO/TIO? Fora, também, um sábio TIO, um sábio VIZINHO! Pois o respeito no trato ao outro, com atos de ação e/ou silêncio sempre perpassaram as suas relações! Não era à toa que a casa, até a sua partida, era cheia de crianças, adolescentes, jovens… os quais riam e dilaogavam com a maior naturalidade com Sr. Pedro, com Tio Pedro! E, por fim, fora um excelente GENRO? Fora sim. Minha avó Raquel sempre o elogiava, adorava.. E, isto nos enchia de orgulho! Afinal, como muitos brincam,” sogra é problema”; para meu pai, não. Pois na verdade, quando tratas bem o filho d`outro, e, isto ele fez muita bem, sogra vira mãe, também. Minha avó assim considerava o meu pai!

Por fim, sem muita a dizer…muito triste, triste mesmo!Mas nunca sofredora, pois tenho um PAI que estará VIVIFICADA/ETERNIZADO para sempre em minha VIDA/CORAÇÃO! Resta-me pedir SABEDORIA para continuar vivendo, consultando o legado de educação e valores disponibilizados, por ele e minha mãe, na minha trajetória de vida, para que junto aos meus irmãos, nãos os deixem acabar. E com o apoio de muita gente querida – familiares, amigos queridos, colegas…certamente, a vida seguirá!

PAI – PEDRO BARRETO – FICA EM PAZ! Revelo a tristeza de não mais tê-lo aqui, mas a supremacia da ALEGRIA DE TER SIDO SUA FILHA é inexplicável!

Na oportunidade agradeço a manifestações de respeito de todos, familiares, amigos íntimos, colegas, colegas de trabalho, conhecidos… Os que se importam com você, estão contigo nos momentos de vitórias e nos de tristeza! Ora para celebrar, ora para apoiar! – Eis a lição!

Sua filha,

Robélia Aragão

DICAS: REUNIÃO DE PAIS E MESTRES


A escola deverá validar a participação da família no processo educativo dos alunos. Para tanto, deve, entre tantas atribuições, promover reuniões com os familiares após cada unidade didática. Assim sendo, lanço as seguintes sugestões: a direção deve ficar atenta aos pais, a comunidade educativa, se fazendo sempre presente na escola; Espalhar varais com cartazes dos alunos na escola; enviar documentos/informações  aos pais, além de convites para as reuniões; apresentar a escola aos pais, inclusive a proposta pedagógica.

  • I UNIDADE DIDÁTICA – recepção aos familiares no portão da escola com a entrega de uma mensagem de boas-vindas; leitura coletiva da mensagem citada; dinâmica de apresentação dos participantes – correio da identificação; apresentação da proposta pedagógica, em slide, aos pais, de forma clara e direta; dinâmica de reflexão; apresentação das normas regimentais, incluindo as atribuições dos alunos, escola e família; resultados da unidade didática;canto coletivo de uma música.
  • II UNIDADE DIDÁTICAabertura da reunião com uma rodada conversa; discussão acerca da perspectiva atual de educação, levando para a mesma, o Índice de Desenvolvimento da Educação – IDEB; apresentação sobre o IDEB – conceito, aplicabilidade e resultados nacional, estadual, muncipal e da escola; resultados da unidade didática.
  • III UNIDADE DIDÁTICAabertura com uma dinâmica de entrosamento – devo, não devo;  palestra sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente; aplicação individual de uma enquete sobre o ECA.
  • IV UNIDADE DIDÁTICA –aberturacom uma música; palestra sobre valores humanos na escola e na família; construção coletiva de um painel.

ANEXOS

  • Correio da Identificação – cada participante deverá se apresentar, eleger outro para observar e destinar palavras de sucesso; Para terminar a mediadora do encontro deverá solicitar um abraço coletivo.
  • Painel – na sala de aula poderá ser montado um painel tratando de Valores na Escola. Exemplos: “Recadinhos do Respeito” (os participantes fixam bilhetes para os filhos requerendo a execução de atos de respeito).
  •  Devo, não devo – cada participante deve expressar por meio de desenhos atitudes coletivas – “devo, não devo”. A mediadora expõe os desenhos e discute-se, a partir daí, as normas de atitudes destinadas ao bem coletivo.

Robélia Aragão

Professora/Coordenadora