Reflexão sobre a Educação pela Paz: uma breve opinião.


*Robélia Aragão

A interiorização da Paz repercute em nossa vida exterior, passamos a combater os conflitos fenomenais externos ao homem: passamos a não aceitar as guerras, atos bruscos  ou simbólicos de violência.Todavia, esta interiorização é muito mais que isto, significa que a nossa consciência foi ampliada, podendo ser amadurecida no íntimo de cada ser humano.

Diante disso, desde cedo, a educação deve procurar construir a paz nas escolas. Deve propriciar aos alunos  momentos de reflexão e ação, incorporando  os valores humanos no currículo, e, ao mesmo tempo, articulando com as instituições sociais uma prática solidária e amorosa. Comcumitantemente, urge a constituição  da cultura da paz, envolvendo também a coragem e a doçura, mediante a propagação de uma política  educacional pela paz,  pautada numa pedagogia multirreferencial e transformadora.

A expectativa disso, afeta a essência dos sujeitos envolvidos que, gradativamente coibirão a prática da violência e defenderão a promulgação da paz. Para tanto, a ruptura da pedagogia da obediência, de submisão pela implantação de outra voltada para a integralidade do homem deverá ser uma diretriz , principalmente, para as escolas.

A humanidade não será ameaçada  por aqueles que fazem a maldade, somente será quando os outros permitirem que pratiquem-na.

Bibliografia: NUNES, Clóvis Souza., 1961. Educação pela Paz: um guia para os pais, professores e todos os estudantes da vida. 3ª Edição. João Pessoa, PB. QUALIGRAF, 2003.

*Professora e Coordenadora.

Anúncios

Presença de Jesus


Aconselho aos interessados em ampliar a sua visão acerca da vida o texto exposto abaixo, o mesmo serve para leitura e reflexão:

Afirmas, muita vez, alma querida,
Em fervorosa prece:
– “Quero, Jesus, servir e cooperar contigo!…
Ah! Senhor, se eu pudesse!…”

Depois, declaras-te sem forças.
Pensa, entretanto, nisto:
Podes ser hoje mesmo, onde estiveres,
A sublime extensão da bondade do Cristo!…

Fita a sobra da mesa que te ampara:
Utilizando um pão, simples embora,
Consegues replantar as flores da alegria
Na penúria que chora.

Considero o montão de bens que atiras longe
Sem sentir, sem pensar, inconseqüentemente:
Descobrirás nas mãos o privilégio
De estender reconforto a muita gente.

Lembra a moeda, tida por singela:
Escorada na fé que te bendiz,
Transforma-se na xícara de leite
Que socorre e refaz a criança infeliz.

Detém-te nos minutos disponíveis:
Ao teu devotamento se farão
A visita, a bondade, o carinho e o consolo
Para o enfermo largado à solidão.

Trazes contigo os dotes da brandura:
Ante os golpes do ódio explosivo e violento,
Guardas a faculdade de extinguir
O fogo da revolta e o fel do sofrimento.

Observa o tesouro da palavra:
Se envolvida de paz, a tua frase alcança
Todo aquele que cai na sombra da tristeza
Para erguer-se de novo ao toque da esperança.

Não te digas inútil, nem te omitas…
A trabalhar, servir, amparar, recompor,
Serás, alma querida, em qualquer parte,
A presença do Cristo em teu gesto de amor.

pelo Espírito Maria Dolores – Do livro: Coração e Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Link: http://www.caminhosluz.com.br/